segunda-feira, 29 de outubro de 2012

De repente.....

De repente um cara que eu nunca achei que sumiria, já que não tínhamos envolvimento e nem buscávamos isso, sumiu. Mandei, depois de uns dias, um sms ou outro e nada. Desisti!
 
De repente, ontem a noite, me sentindo sozinha (pra variar), resolvi mandar um e-mail para ele de novo e ficamos conversando por aproximadamente uma hora. Sorri!
 
De repente eu recebo um e-mail da minha advogada: meu queridíssimo ex-marido ainda tá com filhadaputagem sobre o meu pc e por isso ainda não assinou a separação que ele tanto queria com a maior brevidade possível. What?! (o que mais me tirou do sério essa semana)
 
De repente, recebemos (eu e minha mãe) uma visita em casa que me fez chorar por estar vivendo isso tudo ainda: a separação, a mudança, a readaptação, o retorno para a casa da minha mãe e tudo isso junto. Cansei!
 
De repente, recebo muitas ligações de entrevista, vou, participo, faço, falo e... nada. Desanimei!
 
De repente recebemos (eu e minha mãe) uma boa notícia que pode melhorar um tanto nossa vida. Amei!
 
Muita coisa acontecendo, além de tudo que já está na minha cabeça. Muitos me falam: se olha no espelho e veja o quão bonita você é. Sou? Estou meio na dúvida sobre muita coisa, inclusive sobre mim. Cabeça cheia. Mil e uma ideias e expectativas.
 
NADA ACONTECE POR ACASO! NADA ACONTECE POR ACASO! NADA ACONTECE POR ACASO!
 
Não quero esquecer disso pois tudo acontece na hora certa e ninguém recebe uma cruz maior do que pode carregar. Força, Emilia! Força!
 

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Vício..!?

Eu queria me viciar! E sei que ao dizer isso muitos terão a reação de espanto. Mas é verdade... eu queria me viciar. Me viciar em trabalho, me viciar em academia (afinal, sempre estou precisando hehe), me viciar em ler... me viciar em mim! Me viciar em algo que ocupasse minha mente e meu coração. Algo que eu pudesse tirar proveito, que pudesse colher frutos.
 
Todos temos vícios ou pelo menos manias. Eu descobri recentemente que sou viciada em internet. A internet não é um vício tão problemático como tantos outros, afinal, faço muita coisa útil por intermédio dela. Mas por culpa dela também deixo de fazer muitas coisas pessoalmente.
 
Desde a separação, obviamente (eu acho), eu me senti muito sozinha. Não sabia mais fazer as coisas sem ser com alguém, afinal, há no mínimo dez anos eu fazia (quase) tudo acompanhada. Se não era dele, era dos amigos. Das amigas. Do povo da facul. Da família dele. Dos amigos do WoW. Nunca mais estive sozinha. Nunca mais estive comigo.
 
Por isso creio que um vício hoje me faria bem. Conviver mais comigo e junto tirar proveito do vício e da minha pessoa, que aliás, vamos combinar, eu sou uma pessoa e tanto. =)

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Good idea!

Ele respondeu... eu respondi... ele respondeu... e assim sucessivamente, terminando com ele. E eu fiquei feliz =)
 
Claro que a princípio eu tava me achando a pessoa mais besta e idiota do mundo, até que uma pessoa super especial pra mim (pequena) me abriu os olhos. Eu não fiz nada de tão errado assim, na verdade, nem um pouco errado. Eu fui falar com ele pois estava com saudade, queria notícias e foi isso... não adicionei no msn, nem tomei alguma atitude mais séria. Consegui saber dele, permanecendo no meu lugar, mantendo uma certa distância ainda, ou com as palavras da pequena, mantendo uma distância saudável. Eu estava meio que ciente do que eu tava fazendo, ou pelo menos minha cabeça conseguiu dominar bem a situação (depois da primeira resposta, que eu não tava esperando e daí houve todo o turbilhão citado no post anterior).
 
Enfim, a conversa foi boa, eu me senti bem e acho que foi bom pra mim.
 
Ah! A conversa terminou com a resposta dele já no dia seguinte, com uma única frase e foi aí que eu pensei: esse e-mail acaba por aqui. Afinal, já estávamos quase monossilábicos e o intuito do e-mail e não-msn era para não nos falarmos todos os dias o tempo todo, logo, tinha chegado ao fim a minha primeira tentativa de contato. E com sucesso!
 
Resta-me continuar seguindo em frente, crescendo, melhorando. E agradecendo sempre pelas pessoas que estão ao meu redor (special for little).

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Heart win!! =?

E o coração venceu por um instante e eu escrevi um e-mail. Não me arrependo, mas não sei se deveria ter mandado... dá pra entender? E o interessante e surpreendente pra mim foi que ele respondeu. oO
 
Receber a resposta do e-mail me deu um turbilhão de sentimentos, pensamentos e mais alguns outros mentos, probably. Eu não quero perder meu amigo, mas não quero sofrer por um amor... tem como isso, se os dois são a mesma pessoa?
 
Acho que nem ele nem ninguém é capaz de entender isso. Algumas pessoas julgam entender, outras imaginam, outras já passaram por coisas similares, outras querem aconselhar, mas ninguém sabe exatamente o que é que eu estou passando. Não que isso seja um problema, longe disso, mas só quem tá na pele pra saber, em todos os casos de nossas vidas, principalmente pelo fato de que cada um tem uma vida, uma carga emocional, um pensamento, uma história de vida e tudo isso muda tudo o que vivemos e viveremos... tudo isso muda o que sentimos e sentiremos... tudo isso muda tudo.
 
Tem como conservar a amizade, o falar todos os dias, sem sentir algum pesar? Tem como ele não me falar da outra pra isso não me judiar ainda mais? Tem como eu agir naturalmente como se ele fosse um amigo, mas somente amigo, sem pensar em tudo que eu admiro nele? E afinal, será que ele não sente nadica de nada por mim, mesmo?
 
Tem como levar isso adiante sem ficar com tantas malditas perguntas na cabeça?
 
 
"cada acorde em seu lugar lembra um sorriso, mas não quero lembrar que a noite vem caindo trazendo o teu olhar"
 
 
(post que estava fora dos meus planos, por isso, já não esperava muito dele... sorry)

Head or heart..!?

Então minha cabeça está certa do que quer: não se envolver, não se apegar, não querer nada além de viver comigo mesmo. Até aí tudo certo, não é? Mas o coraçãozinho continua se sentindo só, querendo companhia, querendo alguém ali do lado... ele fica pedindo que mande mensagens, que vá atrás. E agora, o que fazer? Ser racional ou emocional? Tem como equilibrar as duas coisas? Vale a pena querer equilibrar as coisas nesse momento?
 
Minhas amigas dizem que eu estou procurando "sarna pra me coçar", que eu estou procurando algo (ou alguém) desde que eu assimilei a separação, mas eu insisto em dizer que não acho isso, pois é o que a cabeça acha, é o que a cabeça sente. Então, pensando friamente, eu sei o que eu quero, eu tomei as decisões certas quando me distanciei de certas pessoas, eu estou em busca da minha felicidade independente de quem esteja (ou não) por perto. O problema está no coração carente e tem horas que ele domina essa cabeça que está no lugar e eu acabo me derretendo toda, pois afinal, o coração é tão lindo...
 
Eu posso não agir sempre da mesma forma (pra não entrar na questão do certo ou errado), mas é que eu ainda estou em dúvida entre a cabeça e o coração: um tão sensato, tão confiante, tão certo de si e o outro tão carente, tão sensível, tão meigo. Tenho meus momentos cabeça... tenho meus momentos coração... e tenho meus momentos coração querendo ser cabeça (acho que o contrário não acontece).
 
Daí eu ouço algumas músicas que eu tanto gosto e vejo tanta declaração de amor, tanta história de amigos que viram amores, a cabeça começa a se balançar pro lado do coração. Como isso tudo se mistura tão facilmente?
 
Melhor voltar a assistir Dexter, esquecer das músicas, esquecer dos filmes melosos, esquecer do coração e viver minha vida cabeça que é mais fácil e hoje acho que me fará mais bem.

sábado, 20 de outubro de 2012

Ele me entende...

E mais uma vez o Fabrício Carpinejar vem a me surpreender com seus textos. Interessante que ele também se separou e acho que só quem passa por isso é capaz de entender o sentimento que fica. Segue abaixo alguns trechos que eu achei mais interessantes, para não copiar o texto inteiro novamente, mas quem quiser ler, basta acessar o blog dele: http://carpinejar.blogspot.com.br/
 
 
"Na última sexta, dirigi de Porto Alegre até Caxias do Sul. Assim que atravessei o pedágio, voltei. Só precisava ir para longe e não parar nunca.
 
Pretendo cansar meu sofrimento. Rezo para desmaiar, e pensar menos.
 
Antes economizava tempo, reduzia as estadas nos hotéis, a duração dos voos, os afazeres, para ficar com ela. Agora o intervalo é inútil e minhas mãos são jornais de ontem.
 
...
 
A fossa devolve a modéstia. Você pode ser arrogante, mas o sofrimento amoroso rompe com a vaidade, fere a estima, sangra seu egoísmo.
 
Passa a se interessar pelos conselhos de todos, do síndico ao caixa do banco. 
Passa a andar devagar pelo bairro, enxerga cartomantes nos postes e beijos nos carros parados.
 
Não existe imunidade. Não tem como se defender da saudade.
 
...
 
O amor é o antídoto da soberba. Maestros retomam o papel de solistas. Professores reiniciam seu percurso como alunos. Senadores se candidatam a vereador.
 
Aquele que se julgava pronto não tem mais nada fazendo sentido e precisa de tudo de novo.
 
Tudo de novo. Tudo de novo. Tudo de novo."
 
 
A vida é assim. As coisas acontecem e nos mudam, inconscientemente, na maioria das vezes. E isso acontece comigo, com você e com todos. E sempre sentiremos saudades, mesmo que não queiramos aquilo de volta, temos saudade dos momentos bons.
 

sábado, 13 de outubro de 2012

Eu queria escrever assim...


Hoje eu percebo que tenho sonhos de infância que descobri tarde demais. Um deles é o de ser escritora. Escrever um bom texto, um bom livro, algo que mexa com as pessoas que o lerem, assim como os tantos textos que eu leio que mexem com meus sentimentos, mesmo os mais escondidos, os que eu quero esconder.

Enfim, hoje uma grande amiga postou um link no facebook, para as amigas solteiras... e entre elas, ainda bem, estava eu. Pois qual é a graça da vida, se não somos lembrados? E esse link era de um blog de um cara fera, escritor de verdade, escritor com letra maiúscula e, adivinha? O texto encheu meus olhos d'água e daí eu pensei: eu queria escrever assim!

O blog é do Fabrício Carpinejar (http://carpinejar.blogspot.com.br/) e o texto segue abaixo:


"Eu espero alguém que não desista de mim mesmo quando já não tem interesse. Espero alguém que não me torture com promessas de envelhecer comigo, que realmente envelheça comigo. Espero alguém que se orgulhe do que escrevo, que me faça ser mais amigo dos meus amigos e mais irmão dos meus irmãos. Espero alguém que não tenha medo do escândalo, mas tenha medo da indiferença. Espero alguém que ponha bilhetinhos dentro daqueles livros que vou ler até o fim. Espero alguém que se arrependa rápido de suas grosserias e me perdoe sem querer. Espero alguém que me avise que estou repetindo a roupa na semana. Espero alguém que nunca abandone a conversa quando não sei mais falar. Espero alguém que, nos jantares entre os amigos, dispute comigo para contar primeiro como nos conhecemos. Espero alguém que goste de dirigir para nos revezarmos em longas viagens. Espero alguém disposto a conferir se a porta está fechada e o café desligado, se meu rosto está aborrecido ou esperançoso. Espero alguém que prove que amar não é contrato, que o amor não termina com nossos erros. Espero alguém que não se irrite com a minha ansiedade. Espero alguém que possa criar toda uma linguagem cifrada para que ninguém nos recrimine. Espero alguém que arrume ingressos de teatro de repente, que me sequestre ao cinema, que cheire meu corpo suado como se ainda fosse perfume. Espero alguém que não largue as mãos dadas nem para coçar o rosto. Espero alguém que me olhe demoradamente quando estou distraído, que me telefone para narrar como foi seu dia. Espero alguém que procure um espaço acolchoado em meu peito. Espero alguém que minta que cozinha e só diga a verdade depois que comi. Espero alguém que leia uma notícia, veja que haverá um show de minha banda predileta, e corra para me adiantar por e-mail. Espero alguém que ame meus filhos como se estivesse reencontrando minha infância e adolescência fora de mim. Espero alguém que fique me chamando para dormir, que fique me chamando para despertar, que não precise me chamar para amar. Espero alguém com uma vocação pela metade, uma frustração antiga, um desejo de ser algo que não se cumpriu, uma melancolia discreta, para nunca ser prepotente. Espero alguém que tenha uma risada tão bonita que terei sempre vontade de ser engraçado. Espero alguém que comente sua dor com respeito e ouça minha dor com interesse. Espero alguém que prepare minha festa de aniversário em segredo e crie conspiração dos amigos para me ajudar. Espero alguém que pinte o muro onde passo, que não se perturbe com o que as pessoas pensam a nosso respeito. Espero alguém que vire cínico no desespero e doce na tristeza. Espero alguém que curta o domingo em casa, acordar tarde e andar de chinelos, e que me pergunte o tempo antes de olhar para as janelas. Espero alguém que me ensine a me amar porque a separação apenas vem me ensinando a me destruir. Espero alguém que tenha pressa de mim, eternidade de mim, que chegue logo, que apareça hoje, que largue o casaco no sofá e não seja educado a ponto de estendê-lo no cabide. Espero encontrar uma mulher que me torne novamente necessário."

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Será que é amor?


Tem um sentimento aqui dentro, acho que é amor e um amor a gente não sofre por não viver, sofre por fazer o outro sofrer. Eu fiz mal pra ele quando fiquei apaixonada e ele não queria mais, pois eu ficava em cima, marcando ele, reclamando de tudo e isso não é legal. A amizade que nós temos e tudo que passamos em tão pouco tempo, pode ajudar no futuro... se é que existirá um futuro pra nós além da amizade.

Existe uma idealização da parte dele que pode atrapalhar, pois ele acha que eu tenho tudo que ele busca numa pessoa para namorar. Eu também acho que ele é o cara certo pra mim, mas de uma forma diferente, eu acho, pois eu vejo que temos uma grande amizade, daquelas de se falar tudo e de tudo sem medo do que o outro pode achar ou pensar, temos as afinidades, mas não somos idênticos, temos um jeito único de falar um com o outro que nunca tive com ninguém antes e acho que isso tudo faz a grande diferença.

Na verdade, acho que ele também sente algo muito maior por mim, apesar do medo. Ele tem medo de falar, medo de assumir, medo de tentar e, acho que o maior medo de todos é o de sofrer e de me fazer sofrer novamente.

Falando com a Carla sobre isso,  pois agora que voltamos a nos falar (ou melhor, agora que eu voltei a falar com ele), isso tudo volta um pouco, as lembranças, o jeito, a amizade e tudo mais e lógico que ele é muito importante pra mim, logo, logicamente ele faz parte de muitas conversas com a Carla, minha melhor amiga, falei algo que achei no mínimo interessante e por isso transcrevi o trecho aqui:

“mas então, aí é que eu acho que você não me entende, por que eu não estou, ou pelo menos, não me sinto "presa”... eu estou de boa com isso, de verdade... só que eu vejo ele me mandar uma música linda dessas, depois de tudo que conversamos, de tudo resolvido, e depois de eu falar que quero isso assim pra sempre, que não quero que isso mude nunca...  poxa, eu enxergo a gente nessa música, acho que a gente vai ser sempre assim, sempre com um sentimento muito maior, mas um sentimento guardado lá no fundo pra ninguém sofrer.”

É isso... tem muito sentimento, mas eu não sou mais a boba apaixonada que não deixa nem ele nem eu vivermos. Estamos há 550 km de distância, ele em CWB e eu em TTE. Não é pra ser agora, não é pra ser assim, mas o futuro a Deus pertence. Meu amor não mudará nunca, eu acho. Só nos resta viver para saber o que será de nós. Se houver um nós.

Abaixo, a música:



Ela vai mudar,
Vai gostar de coisas que ele nunca imaginou
Vai ficar feliz de ver que ele também mudou
Pelo jeito não descarta uma nova paixão
Mas espera que ele ligue a qualquer hora

Só pra conversar
E perguntar se é tarde pra ligar
Dizer que pensou nela
Estava com saudade
Mesmo sem ter esquecido que

É sempre amor, mesmo que acabe
Com ela aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou

Ele vai mudar,
Escolher um jeito novo de dizer "alô"
Vai ter medo de que um dia ela vá mudar
Que aprenda a esquecer sua velha paixão
Mas evita ir até o telefone

Para conversar
Pois é muito tarde pra ligar
Tem pensado nela
Estava com saudade
Mesmo sem ter esquecido que


É sempre amor, mesmo que acabe
Com ele aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou

Para conversar
Nunca é muito tarde pra ligar
Ele pensa nela
Ela tem saudade
Mesmo sem ter esquecido que

É sempre amor, mesmo que acabe
Com ele aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou


(((outra música passada por ele no dia: dia especial – cidadão quem)))

terça-feira, 9 de outubro de 2012

O tempo passa... o tempo voa...

 
Boa tarde. Você vem sempre aqui? Eu, pelo jeito, há muito não venho, né?! Pois é, alguns fatores influenciavam na minha vinda até aqui mas acho que estão sendo resolvidos now!
 
Enfim, muito se passou desde a criação desse novo blog e eu espero que agora a coisa se torne próxima novamente. Afinal, eu sinto falta. Acho que ninguém sabe ou vê esse blog, mas se eu conseguir recomeçar de verdade, logo as pessoas saberão.
 
Desde a separação de corpos, quando saí da casa do ex, muita coisa aconteceu: fui morar na casa de uma tia, arrumei um emprego temporário na Barra Funda, comecei a ficar depressiva nocamente, o emprego acabou, falei com meu pai e meu avô pra saber se eles poderiam me ajudar (fail!), fui atrás da minha mãe pra saber se ela tinha como me ajudar (apesar de hoje saber que ela não queria me acolher, ela é mãe e fez isso por mim), fui até a casa do ex pegar minhas coisas, voltei a morar no interior (Tremembé), fiquei um tempo desempregada, arrumei um serviço temporário (pra variar ¬¬), o temporário acabou, estou em casa novamente, ouço coisas desagradáveis para mim e para outros dentro de casa e engulo seca pois minha mãe faz hoje por mim o que ninguém fez e enfim, agora eu tenho planos: planos meus em que penso em mim! Egoísmo a parte, é o único jeito de eu viver em paz com a minha família e comigo mesma.
 
O divórcio não saiu ainda, não sei o motivo, mas eu já fiz a minha parte: dei entrada no processo, pedi meu computador pois era meu e ele não me deu e, é só o que eu espero dele, pois afinal o que é meu é meu e eu tenho direitos.
 
Que mais? Já me apaixonei e falhei. Chorei e sofri. Superei e percebi que o sentimento é ainda maior que paixão. Sei que não adianta querer lutar por isso agora, pois isso só nos faz sofrer.
Já saí com (mais de) um cara só por sexo. Me diverti muito pela internet com pessoas de muito longe. Fiz coisas que nunca imaginei fazer. Fiz amizade com gente mais doida que eu.
Cresci e amadureci ainda mais do que eu esperava. Tenho ideais diferentes de antes. E hoje eu quero viver.
 
Enfim, essa sou eu: a nova Emilia, ou melhor, a nova Mih (prefiro assim hoje em dia). Sei que todos passamos por dificuldades, todos temos problemas, cada um carrega sua cruz e a minha não é maior nem menor que a sua... é a que eu aguento carregar. Tenho orgulho e uma certa inveja de ver pessoas superarem as coisas de forma tão extraordinária, mas cada um é cada um, tem os que tem mais facilidade, os que tem mais ajudas e eu superei e superarei muito ainda. Agradeço todos os dias pelos meus amigos, pois sem muitos deles eu não aguentaria... e eu sei que eu sou chata bagarai ahahaha.
 
Bem-vindo a todos! Espero que aqui volte a ser movimentado como o blog anterior. E espero que, os que me acompanharem possam usufruir de quaisquer sentimentos que eu colocarei aqui através de palavras.
 
Até...