E nos falamos novamente e isso realmente me faz bem. Falamos de tudo, como era antes, desde coisas básicas do final de semana e tals, até da vida amorosa de cada um (como se eu tivesse tendo realmente uma vida amorosa...haha).
Deixei claro mais uma vez que, apesar de falarmos disso naquele momento, pois eu realmente perguntei e queria saber, que daqui para frente não quero mais ficar sabendo desses detalhes.
Eu sou amiga e acho que por isso acabo aguentando tantas coisa, pois eu sempre vejo o lado dele, dou opiniões sinceras e torço para que ele se resolva e seja feliz. O que me entristece, quando ele comenta dessas coisas, é ver que ele tem algumas atitudes erradas e que machucam ambos, devido aos erros passados. O que me alegra, nas mesmas condições, é saber que isso não foi algo exclusivamente meu.
Não quero pensar no amor que sinto... não quero sofrer, não quero chorar e isso está claro, bem claro para mim. Mas é inevitável pensar em amor em alguns momentos que falo com ele. E por isso acho que essa definição de amor (encaminhado pela little T) cabe nesse post:
Realmente, a concepção "popular" de amor é que ele é um sentimento. Claro que ele também produz sentimentos, mas amor é uma ESCOLHA. Assim, eu escolho amar, escolho seguir amando, mesmo se já não sou amado. Mesmo se nunca fui. É o amor que faz a diferença se eu escolho me divorciar do marido que me magoou ou se eu, mesmo sentindo raiva em determinado momento, tenho a CONSCIÊNCIA de que aquela raiva é um sentimento. E que o sentimento eu sinto hoje, amanhã posso não estar sentindo. Ele passa. Mas não há dúvida sobre o amor. Ele não vem e depois passa, como uma raiva, um ciúme, uma tristeza. Ele é amor. Ele permanece. Apesar de.
Pelo que eu sinto, pela definição acima, que é perfeita na minha humilde opinião e por tudo que eu penso a esse respeito, desde a separação, acho que nunca amei como amo hoje. Ou que, se amei, a mágoa, a raiva, o tempo e tudo mais, me fizeram colocá-lo na caixinha, tão escondida que eu nem me lembro mais. Quanto ao amor de hoje, ele pode estar meio de lado, mas ainda com esperança. O amor dificilmente perde a esperança. Se vivermos um dia feliz, tudo pode mudar para sempre. E esse pode ser o primeiro dia do resto de nossas vidas.
Realmente, a concepção "popular" de amor é que ele é um sentimento. Claro que ele também produz sentimentos, mas amor é uma ESCOLHA. Assim, eu escolho amar, escolho seguir amando, mesmo se já não sou amado. Mesmo se nunca fui. É o amor que faz a diferença se eu escolho me divorciar do marido que me magoou ou se eu, mesmo sentindo raiva em determinado momento, tenho a CONSCIÊNCIA de que aquela raiva é um sentimento. E que o sentimento eu sinto hoje, amanhã posso não estar sentindo. Ele passa. Mas não há dúvida sobre o amor. Ele não vem e depois passa, como uma raiva, um ciúme, uma tristeza. Ele é amor. Ele permanece. Apesar de.
Pelo que eu sinto, pela definição acima, que é perfeita na minha humilde opinião e por tudo que eu penso a esse respeito, desde a separação, acho que nunca amei como amo hoje. Ou que, se amei, a mágoa, a raiva, o tempo e tudo mais, me fizeram colocá-lo na caixinha, tão escondida que eu nem me lembro mais. Quanto ao amor de hoje, ele pode estar meio de lado, mas ainda com esperança. O amor dificilmente perde a esperança. Se vivermos um dia feliz, tudo pode mudar para sempre. E esse pode ser o primeiro dia do resto de nossas vidas.
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